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The Big Lie


A principal razão da "eterna infelicidade feminina"?

As histórias com princesas, ou meninas pobres, ou mulheres frágeis e/ou indefesas, invariavelmente belas, dóceis, e que são salvas por príncipes encantados, com um simples beijo. Depois desse beijo, viveram FELIZES PARA SEMPRE.

Convenhamos, as coisas não são bem assim, pois não?

Coisas de mulheres

Há algumas coisas que só associo ao género feminino.
Mas estou a pensar em duas, que partilho:

- as conversas ao telefone durante 2 horas (ou mais).
Ontem, foi uma delas, com a T. (foi bom, falámos, falámos...).
O R., no fim, dizia (depois de ter dormido um bom bocadinho): Não sei como vocês aguentam falar tanto tempo ao telefone.
Resposta da minha pessoa: Pois, mas não moramos perto para falarmos cara a cara... tu quando sais com os teus amigos também não deves ficar calado, certo?
E a resposta foi: Sim, falamos mas temos um copo à frente!----- :x

- a segunda, a quantidade de mulheres que faz parte do grupo da brucelose (nome simpaticamente atribuído pela minha amiga T. [outra T., conheço muitas T's] às senhoras que, à hora de almoço, comem uma sopinha e um queijinho fresco (a maioria sem salada, ou então se for acompanhado de salada, sem tempero...). E agora vai ser um vê se te avias com o sol a prometer uma primavera precoce.

Mais uma musiquinha

E para que não digam que tenho algum problema com as mulheres e por inerência com a minha condição, segue a senhora mais sexy (se eu tivesse de ser loira, ela seria a minha escolha)
;o
http://www.youtube.com/watch?v=LCDTBGbNvXs&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=nFF8bubMc40

Desabafo #1

Uma afirmação sentida: "detesto" trabalhar com mulheres.
Não suporto, ou melhor, irrita-me a incapacidade que algumas pessoas têm de não separar o pessoal do profissional.
Eu faço essa separação, é uma característica minha, não é indiferença ou desdém... era só o que faltava agora nesta idade (:= ter de justificar a minha personalidade.
Na minha opinião, acho que devemos ser cordiais e respeitar quem connosco partilha um dia inteiro de trabalho, cooperar para que as coisas avancem, agora mais do que isso não, a não ser que por afinidades pessoais e pontuais seja possível aprofundar relações.
Lá está, uma característica que atribuo ao sexo feminino: a sua eterna capacidade de criar drama, de dramatizar algo no seu dia-a-dia, lançar a confusão, para depois vociferar abertamente, bater no peito e depois mantendo cada uma das partes a sua posição e opinião, voltar ao normal, como se nada tivesse acontecido. Por isso é que as mulheres gostam de ler livros sobre amores impossíveis, sobre desgraças e outros que tais. Se a coisa for sobre a vida do dia-a-dia sem nada de picante, não tem interesse.
E atenção, esta doença transmite-se... Muito Rapidamente. E já atinge alguns elementos do sexo oposto (mas como eu não trabalho com eles, ou melhor raramente, "ataco" as mulheres eh, eh, eh).
Pronto, já desabafei... já descarreguei a minha frustração...

Reflexão #6

Ando às voltas com um assunto que me irrita solenemente e que, vira e mexe, teima em vir à baila. A temática do género feminino. Já desabafei isto com algumas (poucas) pessoas, mas hoje tenho de tornar “pública” esta minha opinião politicamente incorrecta. Serei seguramente crucificada por alguns mas não quero saber.
Sabem quantos emails e afins já euzinha recebi sobre o tema Mulheres? Falo daqueles emails em que alguém, bem-intencionado, se lembrou de escrever que nós mulheres somos maravilhosas, que nos sacrificamos todos os dias e mais não preciso dizer, estarão neste momento a reconhecer o conteúdo dos mesmos, certamente.
Não questiono a sua veracidade, não me cabe a mim validá-la sequer, mas há coisas que me deixam perplexa. Segundo a Declaração Universal dos Direitos do Homem, proclamada pela Assembleia Geral da ONU a 10 de Dezembro de 1948, no seu ARTIGO 1.º está escrito para quem queira ler: Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade.
Pessoalmente, acho que seria mais construtivo para todos (homens e mulheres) se nos esforçássemos por compreender e aceitar. Idiossincrasias todos temos, algumas eventualmente inerentes ao nosso sexo, aceito, mas isso faz de nós mulheres melhores ou piores? Não penso que assim seja, o sermos XX ou XY é um acaso da natureza. Considerem o seguinte: Um ser humano possui 46 cromossomas (23 pares: 22 mais um par sexual, XX ou XY, respectivamente, mulher ou homem). Durante o acto sexual, o homem liberta espermatozóides (células vivas) que se encontrarão com um óvulo (outra célula viva) da mulher. Nenhuma destas células vivas é ainda humana; são células sexuais. O encontro de ambas dá origem a uma única célula com 46 cromossomas: 23 pares, sendo um deles, sexual (XX ou XY).